Replicação viral – ciclos lítico e lisogênico

BiologiaMicrobiologia e vírusIdades 15–16

Usar com minha turma

Um bacteriófago se prende a uma bactéria e injeta seu DNA; a célula hospedeira sintetiza DNA viral e proteínas do capsídeo, monta dezenas de novos vírions e depois se rompe para liberá-los (ciclo lítico). No ciclo lisogênico, o DNA viral se integra ao cromossomo bacteriano como prófago e se replica junto com a célula hospedeira em divisões sucessivas até que a indução (luz UV) o faça passar ao ciclo lítico. Os alunos avançam etapa por etapa e alteram a velocidade e o número de vírions liberados. Uma terceira tela compara a estrutura do TMV, do fago T4 e do vírus da gripe com um viroide, a reação em cadeia de um príon e um líquen.

Aula: Vírus: ciclos de replicação viral (lítico e lisogênico)

O que mostra

Os vírus não se reproduzem sozinhos: levam DNA ou RNA dentro de um capsídeo de proteína, às vezes envolto por um envelope, e usam as enzimas e os ribossomos de uma célula hospedeira. Um bacteriófago mostra adsorção, penetração, biossíntese, montagem e liberação. No ciclo lítico a célula se rompe; no lisogênico o DNA viral é copiado como prófago a cada divisão até que um estímulo como a luz UV o leve ao ciclo lítico. Os viroides são ainda mais simples, um círculo de RNA sem capa, e os príons são proteínas mal dobradas, sem ácido nucleico. Os liquens são associações de fungo e alga.

Como usar

Desligue a execução contínua e use Próxima etapa para que a turma descreva cada passo antes de ler a legenda. Repita na aba Ciclo lisogênico, conte as células com prófago e clique em Induzir (UV). Altere Vírions liberados por célula para relacionar esse número com a propagação da infecção. Em Estruturas comparadas, escolha cada Exemplar, siga os rótulos numerados, veja as animações do viroide e do príon e compare os seis na tabela.

Parâmetros que você pode mudar

  • Tela Lítico, Lisogênico (depois induzido ao lítico), Estruturas comparadas: vírus, viroides, príons e liquens
  • Velocidade 0,25–3 ×
  • Vírions liberados por célula 10–100
  • Executar continuamente (desligado: avançar etapas manualmente)
  • Exemplar na tela Estruturas comparadas Vírus do mosaico do tabaco (TMV), Bacteriófago T4, Vírus da gripe, Viroide (PSTVd), Príon, Líquen

Perguntas para explorar

  1. Qual etapa determina quais células um vírus pode infectar, e por quê?
  2. Por que as bactérias que carregam um prófago continuam crescendo e se dividindo normalmente?
  3. Como um príon pode ser infeccioso se não tem DNA nem RNA?

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre o ciclo lítico e o ciclo lisogênico?

O ciclo lítico produz novos vírions de imediato e rompe a célula hospedeira, enquanto o ciclo lisogênico integra o DNA viral ao cromossomo do hospedeiro como prófago e mantém a célula viva. O prófago é copiado a cada divisão sem formar vírions, até que um gatilho como a luz UV o leve ao ciclo lítico.

Por que os antibióticos não funcionam contra vírus?

Os antibióticos não funcionam contra vírus porque atacam estruturas e processos próprios das bactérias, como a parede celular e os ribossomos bacterianos, que os vírus não têm. Um vírus não tem metabolismo próprio e se reproduz com as enzimas e os ribossomos da célula hospedeira, por isso as infecções virais são prevenidas com vacinas ou tratadas com antivirais específicos.

Vírus são seres vivos?

Em geral, os vírus não são considerados plenamente vivos, pois não são formados por células, não têm metabolismo próprio e não se reproduzem sozinhos. Fora de um hospedeiro, um vírion é uma partícula inativa de DNA ou RNA dentro de um capsídeo proteico, mas dentro de uma célula ele comanda a produção de novas cópias, por isso os vírus ficam na fronteira da vida.